Missões Transculturais

Missões Trnaculturais

A tarefa primordial da igreja é obedecer à “Grande Comissão”, ordenada pelo Senhor Jesus no capítulo 28 de Mateus, versos 19 e 20. Obedecendo ao chamado do Senhor, expresso em Mt 28.19, a IPManaus tem investido na evangelização de povos cujo universo sociocultural e linguístico está distante do modo como a igreja brasileira comunica o Evangelho.
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Como as Missões Transculturais começaram…
A Igreja Presbiteriana de Manaus começou a se envolver com missões transculturais durante o 2° Congresso de Lausanne, em Manila, capital filipina, em 1989. O pastor titular da IPManaus, José João Mesquita, teve sua primeira conversa sobre a evangelização de povos de outras culturas com o pastor angolano Neves Mussac, representante da Igreja Presbiteriana de Angola no evento.
O que foi o Congresso de Lausanne?
A conversa sobre a grande necessidade de treinamento de pastores em Angola se estendeu para além do Congresso de Lausanne. Cartas foram trocadas sobre o tema e, no período entre 1992 e 1994, a IPManaus fechou parceria com a igreja de Angola e, a partir de 1995, começou-se a enviar recursos para pagar bolsas de estudo para os pastores angolanos.
Hoje, a IPManaus ajuda na formação e treinamento de aproximadamente oito pastores em Angola. A igreja ajudou também na construção do seminário e do instituto bíblico local. Além da oferta para a construção de um templo em Angola, a igreja também envia materiais bíblicos, como CDs e DVDs. Nos últimos quatro anos, equipes da igreja tem ido a Angola com o objetivo de oferecer treinamento para pastores e evangelistas locais.
Doze líderes, entre pastores e evangelistas, têm atuado na cidade de Bihar, no estado de Patna, ao norte da Índia, com o apoio da Igreja Presbiteriana de Manaus. Enviar recursos para a missão indiana é fruto da parceria com a igreja americana Bel Air Presbyterian Church (Igreja Presbiteriana de Bel Air), de Los Angeles.
A Europa para Cristo
O trabalho de missões transculturais não se resume apenas a Angola e a Índia. Outros campos missionários são alvos dos recursos envidas pela IPManaus, como Taiwan, Cuba, Itália e Portugal são locais para onde a igreja tem enviado apoio periodicamente.
Como fruto do investimento no campo missionário, pela primeira vez se teve notícia de um presbítero sendo ordenado na Itália. Em novembro de 2014, Francesco Pinelli foi ordenado na Chiesa Presbiteriana in Italia (Igreja Presbiteriana da Itália), situada na cidade de Legnano, em Milão. Além da ordenação de Pinelli, o pastor Humberto Oliveira também batizou todos os membros de uma mesma família em novembro de 2014. Tanto a ordenação de Pinelli, quanto o batismo da família Bossi são frutos do trabalho missionário realizado pelo pastor Humberto há aproximadamente 10 anos. (Atualizar)
É importante lembrar que o missionário atuante em outro país se adapta a cultura local. Ele deve aprender a falar a língua nativa e fazer amigos para, só então, poder falar do amor de Deus dentro dos elementos culturais desse povo.
“Quando você fala em missão transcultural, está falando em pregar em uma cultura diferente da sua. Tanto faz se é um povo indígena que está aqui na Amazônia, ou alguém que mora na China. Essa é a ideia do transcultural: evangelizar os povos de cultura diferente da nossa” explica o pastor José João Mesquita.
Trabalho com os indígenas
Tendo em mente o significado de transcultural, a igreja tem apoiado projetos, missionários e evangelistas que trabalham com povos indígenas. “A princípio o missionário, ou evangelista entra na comunidade com a ajuda de um intérprete, também indígena, cria laços de amizade com a tribo, ou etnia local, para poder explicar o amor de Cristo, de acordo com os elementos culturais que eles entendem”, esclarece o pastor titular da IPManaus.
Atualmente o apoio é enviado para o projeto Amanajé, que está trabalhando em São Gabriel da Cachoeira, onde 90% da população é indígena, e para o trabalho missionário entre Ianomâmis, em Santa Isabel do Rio Negro. A igreja também mantém cinco congregações entre os indígenas: três em Tabatinga, na tríplice fronteira entre Brasil-Colômbia-Peru, uma no Autazes, entre os índios muras, e uma no rio Cuieiras, afluente do Rio Negro. A igreja mantém um obreiro em cada comunidade.
Para os próximos anos, a igreja pretende apoiar mais 12 pastores e/ou evangelistas e construir 25 igrejas na Índia, aumentar os recursos pra Itália e alcançar novos campos missionários, como Portugal e África do Sul. Além de chegar ao fim da década com 50 congregações. “O barco Luz na Floresta vai ser nosso carro chefe para alcançar as comunidades indígenas mais distantes”, conta o pastor.